NOSSO TEMPO

www.climatempo.com.br

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

GAVIONENSE ESTARÁ NA 3ª ETAPA GP DE MOTOCROSS DE LUIZ ANTÔNIO



Gavionense vai estar presente na 3ª etapa GP de Motocross em Luiz Antônio dias 8 e 9 de agosto. O Alex Silva, um jovem que vem trilhando este esporte com muita dedicação e participando de várias etapas e levando o nome de Gavião Peixoto por onde passa. Leva a torcida dos gavionenses e de sua irmã Aline Ferreira que muito o tem incentivado, isso sem dúvidas é um grande estímulo. Sua primeira corrida foi em 2011 em nossa cidade, desde então foram 8 provas. E indagamos porque não ter disputado mais, e coloca os gastos de locomoção, enfim, sempre tem o bônus que é correr e o ônus com as disputas. E cita que um outro espelho que muito o tem incentivado e até enxerga na capacidade dele mais força para seguir é o Rogerinho. Ele hoje disse ter condições de transportar sua ferramenta de disputa, que é a moto numa carretinha que leva junto com seu automòvel, e assim poder estar em eventos mesmo que mais longe. Na verdade ele disse que esperava ter mais apoio, já que a cada inscrição feita, sempre coloca o nome da cidade que está representando, assim  como nas vezes que subiu ao pódio ali está Gavião em evidência.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

DEFINIÇÃO LINDA...DO QUE É TER UM AVÔ!!

Definição de Avô – Redação premiada
de uma menina de 8 anos, publicada no Jornal do Cartaxo, em Florianópolis – SC.
Um avô é um homem que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros.

Os avôs não têm nada para fazer, a não ser estarem ali.
Quando nos levam para passear, andam devagar e não pisam nas flores bonitas nem nas lagartas.
Nunca dizem: some daqui!, vai dormir!, agora não!, vai pro quarto pensar!
Normalmente são gordos, mas mesmo assim conseguem abotoar os nossos sapatos.
Sabem sempre o que a gente quer. Só eles sabem como ninguém a comida que a gente quer comer.
Os avôs usam óculos e, às vezes, até conseguem tirar os dentes.
Os avôs não precisam ir ao cabeleireiro, pois são carecas ou estão sempre com os cabelos arrumadinhos.
Quando nos contam histórias nunca pulam partes e não se importam de contar a mesma história várias vezes.
Os avôs são as únicas pessoas grandes que sempre têm tempo para nós.
Não são tão fracos como dizem, apesar de morrerem mais vezes do que nós.
Todas as pessoas devem fazer o possível para ter um avô, ainda mais se não tiverem televisão.
Ana Paula

ESCOLINHA DE FUTSAL DE GAVIÃO...OUSADIA NOS TREINOS E NOS JOGOS OUSADOS



Esporte de base como inclusão social. Assim nossa reportagem que acompanha os treinos de várias categorias no Osvaldão, também na noite de hoje fez a cobertura de jogos amistosos contra dois times de Araraquara. Times de bairro de nome Ousado, assim tem que ser estes atletas, ousados com a bola no pé, assim como a ousadia quando o assunto for enxergar o futuro, os estudos como base para tudo dar certo. O primeiro jogo, sub 10 de Gavião Peixoto, um jogo bonito, com belos toques e gols, em ocasiões assim o resultado fica em segundo plano, o que conta é a confraternização entre as cidades e os meninos. Portanto muito bom, ter na cidade esta atividade como forma de ocupação saudável. São pequenos talentos, que devem se destacar não apenas com a bola nos pés, mais terem a vontade de serem melhores também em outros segmentos da vida...E depois o sub 15, que vai disputar a Copa SESC, também dando mostras que o futsal tem pela frente adeptos para manter por muito tempo o salonismo em destaque.

MODA RAIZ SERÁ DESTINO DE JOVEM CANTORA GAVIONENSE

Nunca é tarde para começar e nem acreditar nos sonhos e ir em busca de um lugar ao Sol...assim vai ser o caminho de uma jovem Gavionense daqui para frente. Estamos aqui falando da Graziele Toledo, filha de João Toledo e Maria de Fátima do Amaral.e desde os 6 anos seu pai a incetiva mesmo sem saber, tocava moda sertaneja com o esposo da Jalile e desde então ainda criança veio se despertar para este sonho já que sempre ali estava ao lado do pai. E lógico que isso fez com que imaginasse algo maior,de um dia poder ter sua carreira solo. E conta que sua isnpiração partiu do grande incentivo da irmã Daniela que dizia acreditar em seu talento. E faz questão de citar uma amiga que tem muito acreditado em seu trabalho e dedicação, Raquel Gulla. A jovem hoje com 22 anos através do amor pela música começou a gravar vídeos em casa...conheceu o cantor Erik Burkowhisk que a levou até o empresário Ivan Martins, que com este trabalho feito em vídeos amadores pode ver que tinha ali um grande talento. Algo que chamou a atenção foi ver que, uma moça tenha gosto pela moda raiz, cada vez mais rara e longe de seguidores deste mundo musical. Mais ela por ter tido lá atrás um incentivo e exemplo que são canções muito belas, decidiu por trilhar este caminho. Ela então vai regravar músicas já existentes e uma inédita de sua composição e letra em seu primeiro trabalho, que será em sua cidade natal, Gavião Peixoto e região vai poder ver seu primeiro show. A cantora e compositora Graziele disse que a moda de viola que a inspira é Velha Porteira. Se inspira em ícones da música sertaneja; Liu e Léo, Tião Carreiro, Rio Negro e Solimões e outros. E aqui em primeira mão revelamos que a moda inédita que vai estar neste DVD se chama 'Paieiro e o Garrafão'.Portanto dia 6 de setembro será o primeiro show para gravação do seu trabalho, Graziele e Banda no Vida Luz, adquira seu ingresso pelo fone: 016 997995774 ao valor de R$15.

Velha Porteira/ Lourenço e Lourival
Ao passar pela velha porteira
Senti minha terra mais perto de mim
De emoção eu estava chorando
Porque minha angústia chegava ao fim

Eu confesso que era meu sonho
Rever a fazenda onde me criei
Não via chegar o momento de abraçar de novo
Meu querido povo que um dia eu deixei

Que surpresa cruel me aguardava
Ao ver a fazenda como transformou
Quase todos dali se mudaram
E a velha colônia deserta ficou

Os amigos que ali permanecem
Transformaram tanto que nem conheci
E eles não me conheceram e nem perceberam
Que os anos passaram e eu envelheci

E você, minha velha porteira
Também não está como outrora deixei
Seus mourões pelo tempo roídos
No solo caídos também encontrei

Já não ouço as suas batidas
Seu triste rangido lembranças me traz
Porteira na realidade, você é a saudade
Do tempo da infância que não volta mais

terça-feira, 4 de agosto de 2015

CIDADES DA REGIÃO SÃO DESANEXADAS DA COMARCA DE RIBEIRÃO

Municípios de Boa Esperança do Sul e Trabiju serão desanexados da Comarca de Ribeirão Bonito

Caso o Projeto de Lei Complementar nº 41, de 2015, seja aprovado, cidades passarão a integrar a Comarca de Dourado, conforme publicação no Diário Oficial desta terça-feira (4)
Lucas Castro
Municípios de Boa Esperança do Sul e Trabiju serão desanexados da Comarca de Ribeirão Bonito
Os municípios de Boa Esperança do Sul e Trabiju poderão ser desanexados da sede da Comarca de Ribeirão Bonito e assim integrar a Comarca de Dourado, caso seja aprovado o Projeto de Lei Complementar nº 41, de 2015 que tramita na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e conforme publicação no Diário Oficial do Estado de São Paulo desta terça-feira (4). A informação esta na página 12 do caderno Poder Legislativo.
A justificativa apresentada pelo Governo do Estado atende a critério não apenas geográfico, visto que os municípios estão muito mais próximos da Comarca ora indicada para anexação, mas ainda ao relevante objetivo de propiciar economia. “As populações das municipalidades desanexadas terão de se locomover menos para atingir a sede da comarca e isso representa menos dispêndio de tempo e recursos financeiros, o que não é de se descuidar na presente fase da economia nacional”, aponta a publicação.
As anexações propostas não têm impacto financeiro para os cofres públicos. “Nenhuma despesa advirá dessa reorganização, que atende ao interesse dos jurisdicionados e racionaliza a estrutura do Judiciário Paulista, adequando às novas realidades”.
A finalidade é de melhor adequar a análise da matéria à técnica legislativa e manter a sistematização da legislação de Organização Judiciária. “A aprovação do presente Projeto de Lei Complementar, portanto, permitirá a solução dos mais prementes problemas e dificuldades pelo qual passa o Poder Judiciário, possibilitando a distribuição de uma Justiça mais eficaz, célere e próxima do destinatário deste serviço público tão essencial”, finaliza a justificativa.
O prédio que abrigará o Fórum de Dourado já está passando por adequações e será onde funcionava a antiga Câmara Municipal, na rua Dr. Marques Ferreira, no Centro.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

CASO DE POLÍCIA: LEI MARIA DA PENHA EM GAVIÃO PEIXOTO



Na noite de 2 de agosto (22:45 h) no Jardim Presidente em Gavião Peixoto, teve uma lesão Corporal, Ameça e Lei Maria da Penha.  Pelo local uma senhora de 72 anos foi brutalmente agredida pelo amásio. A vítima foi golpeada com uma cadeira e depois foi agredida com um chute na cara da senhora provocando lesão no rosto. Ela foi socorrida ao PS de Gavião Peixoto, com suspeita de traumatismo craniano. O autor foi preso no CDP de Araraquara, o motivo principal passado pelo BO foi um possível ciúme do autor para com a vítima

fONTE: Policia Militar.

EX PREFEITO FALA COMO É ESTAR NO "OLHO DO FURACÃO"

Edinho Silva fala como é estar no "olho do furacão"

Em entrevista à Tribuna, ministro comenta sobre Operação Lava Jato, crise política e eleições 2016


 / 
No ‘olho do furacão’, o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Edinho Silva (PT), esteve na redação da Tribuna ontem pela manhã e, em entrevista exclusiva, falou sobre tudo: de Operação Lava Jato a eleições, passando por suas corridas matinais em Brasília e pelas suas poucas horas de sono.

A entrevista durou mais de uma hora e foi interrompida por telefonemas três vezes, sendo duas para atender a presidente Dilma Rousseff (PT) e uma para falar com o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante (PT). O teor dessas ligações, é claro, nós não sabemos, pois Edinho deixou a sala para poder conversar.
Confira abaixo os principais assuntos abordados.
Tribuna Araraquara — De que forma o rompimento do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), pode prejudicar o Governo Federal no Congresso?
Edinho Silva — Primeiro, penso que há um distanciamento do presidente da Câmara para o Governo. Mas isso não significa que os canais de diálogo estejam interrompidos. Tem muito espaço para que o Governo continue dialogando institucionalmente com o presidente da Câmara nas pautas que são de interesse do Brasil. E tem uma outra questão importante. O PMDB, que é o partido do presidente Eduardo Cunha, continua sendo um partido fundamental para a governabilidade. O vice-presidente Michel Temer [PMDB] tem tido um papel central na construção da governabilidade.
Tribuna — E como analisa a figura de Eduardo Cunha?
Edinho — O PT fez uma leitura de que deveria ter um candidato próprio à presidência da Câmara. Democraticamente, lançou um candidato. Eduardo Cunha conseguiu construir uma base de apoio que o levou à presidência. Isso faz com que ele tenha uma maior liberdade de movimentos em relação ao Partido dos Trabalhadores, porque ele não foi eleito com os votos do PT. Mas penso que o Governo tem que manter uma relação institucional de muito respeito e muito diálogo com ele.
Milena Aurea / A Cidade
Edinho Silva
Tribuna — Esse clima de instabilidade [baixa popularidade, Congresso ‘rebelde’] em Brasília será superado de que forma pelo Governo?
Edinho — Se você pegar os principais países da América do Sul, todos os presidentes estão com dificuldades de popularidade, porque o mundo vive uma crise econômica aguda. Na Europa, dificilmente os presidentes estão fazendo sucessores. Quando se vive uma crise com essa dimensão, que se arrasta desde 2008, é difícil ter governantes com popularidade alta. O humor da população se move muito pela questão da economia. Mesmo comparado com outros países do mundo, o Brasil está numa situação muito favorável. Estamos superando a fase do ajuste e vamos entrar na fase do crescimento econômico. No início do ano, os indicadores vão ser mais favoráveis e, no decorrer de 2016, a economia já estará mostrando sinais claros da sua força, da sua recuperação.
Tribuna — Dá para ser otimista com a economia brasileira? A inflação e os juros não param de subir. O PIB caminha para uma recessão. 
Edinho — Sou muito otimista. Para a gente entender a inflação: temos três fatores que são relevantes. Primeiro, o impacto da inflação é o impacto dos preços controlados [combustível, energia elétrica]. Por conta da seca, a pior dos últimos 50 anos no Brasil, o País teve um problema sério com a matriz energética estruturada nas hidrelétricas. Tivemos de acionar outras matrizes, entre elas, as termoelétricas. Isso encareceu muito a energia. A tendência é que essa seca, no ano que vem, já melhore. Outro fator que tem impactado é a questão da alta do dólar. No ano que vem, a perspectiva é de inflação em queda. No ponto de vista fiscal, o Governo está fazendo a lição de casa, está cortando gastos, reduzindo despesas. E, caindo a inflação, é possível reduzir a taxa de juros. Existe um tamanho mau humor em que aquilo que é positivo fica de lado e se dá destaque às notícias ruins.
Tribuna — A investigação da Lava Jato chegou até seu assessor Manoel de Araújo Sobrinho, citado como interlocutor entre a campanha de Dilma e Ricardo Pessoa, da UTC. Ele negociou com o empreiteiro? 
Edinho — No modelo de eleição que tem no Brasil, o financiamento é privado. Se é privado, onde você vai buscar recursos? Com empresários. Nós procuramos a UTC como todos os partidos procuraram, como procuraram a Odebrecht, a Friboi, a Suzano. Ela estava sob uma investigação e tudo aquilo que foi dialogado com a UTC foi dentro da lei. Na primeira vez que conheci o empresário controlador da UTC, foi ele que esteve no comitê. Ele procurou a campanha, dizendo da sua intenção de fazer as doações, tanto para nós quanto para outras candidaturas. As prestações de contas mostram que ele doou de forma significativa para o candidato do PSDB. Ele se dispôs a doar R$ 5 milhões no primeiro turno e, se tivesse segundo turno, voltaria a conversar. Faria duas parcelas de R$ 2,5 milhões. Eu fazia a conversa e o Manoel, que é uma pessoa de confiança e foi meu chefe de gabinete na Prefeitura de Araraquara, honesto e íntegro, era quem depois procurava a empresa para fazer a formalização da doação. Fizemos uma varredura. Você passa um pente-fino na empresa para saber se pode ser doadora. Sendo doadora, ela faz o crédito na conta da campanha e você tem toda uma parte documental para formalizar. O Manoel cuidava desse processo. Eu ficava com a parte política, defendendo a candidatura da presidenta Dilma, e o Manoel fazia a formalização. O que aparece do Manoel é que ele procuraria o diretor financeiro da empresa. O que tem isso de ilegal? Nada, absolutamente nada. Na delação premiada, ele [Pessoa] atribui a mim algum tipo de pressão. Conversei com mais 50 empresários do Brasil. Minhas testemunhas são os outros 49 com quem conversei. Nunca discuti nada com ele sobre Petrobras. O ambiente está muito partidarizado. Uma investigação que deveria ser isenta de paixões, porque é importante para o Brasil, muitas vezes é apropriada por interesses partidários. Eu sei da minha conduta, eu sei o que eu fiz.
Tribuna — Manoel continua no cargo?
Edinho — É evidente. Não tem motivo nenhum para sair.
Kris Tavares/Tribuna Impressa
Edinho Silva
Tribuna — As contas do Governo podem ser rejeitadas pelo TCU [Tribunal de Contas da União] este mês...
Edinho — O Governo apresentou toda sua defesa técnica, mostrando que não tem nada de ilegal nas questões contábeis.
Tribuna — Mas, se o TCU rejeitar as contas, isso pode abrir uma ‘brecha’ para o Congresso entrar com um pedido de impeachment. 
Edinho — Não acredito que isso se caracterize dessa forma. As contas do Governo seguiram algo que era reconhecido como jurisprudência, no que diz respeito aos bancos públicos. Se vai mudar a regra, que se mude para a prestação de contas de 2015. Não acredito que vá haver uma politização de uma questão que é técnica. São ministros [no TCU] que têm história, biografia, um nome. Muitos exerceram cargos públicos e já prestaram serviços à sociedade brasileira. E mesmo que haja um endurecimento do TCU, o Brasil tem lei, regra, uma Constituição que rege o País em relação a um impedimento. Não é uma questão de vontade, tem que ter uma base legal. Não tem nada que caracterize.
Tribuna — As ‘pedaladas fiscais’ não são?
Edinho — O que chamam de pedaladas... Tem uma jurisprudência que, em situações passadas, a mesma forma de contabilizar as despesas foi aceita.
Tribuna — Como analisa esse movimento pedindo o impeachment?
Edinho — A gente não pode se assustar com nenhuma demonstração democrática. Todo mundo tem direito de ir para a rua, expressar sua opinião.
Tribuna — A oposição não soube perder?
Edinho — Tem gente na oposição que tem biografia, história de vida, uma postura estadista. Por mais que pense diferente, tem responsabilidade com a história brasileira. E tem gente que é do “quanto pior, melhor”. Tem que lidar com a oposição de forma democrática.
Tribuna — O senhor se considera um ‘fiel escudeiro’ do Governo Dilma? Como é sua rotina no Planalto, no ‘olho do furacão’? Está conseguindo dormir direito?
Edinho — Eu milito desde os 17, 18 anos de idade. Comecei nos movimentos de igreja, no Jardim Imperador e na Vila Velosa. Em nome da militância, já perdi emprego, já abri mão de muitas questões pessoais. Fui vereador, prefeito, deputado estadual, presidi o PT em São Paulo no pior momento da história do partido. E fui chamado para participar do Governo Federal em um momento de dificuldade. Enquanto eu puder me doar, vou me doar. De fato, a posição que ocupo exige muito. Horas de sono, de lazer... A rotina começa cedo. Leio a imprensa às 5h e faço atividade física por volta das 6h. Quando é 8h30, estou no Palácio do Planalto. É raro o dia em que saio antes das 21h30. É um trabalho intenso, mas enxergo como um serviço ao País. Meu ministério não lida só com a comunicação governamental, mas um dos meus maiores desafios é estruturar a TV Brasil, recuperar a Rádio Nacional, fazer com que a Agência Brasil se organize e se estruture. São desafios estimulantes, mas que exigem muito.
Tribuna — O senhor fica em Brasília ou volta para Araraquara para a eleição?
Edinho — Hoje, sou ministro e vou me dedicar muito. Decisão de candidatura fica para o início do ano que vem. Mas eu nunca descartei, pelo contrário, a possibilidade de disputar a Prefeitura de Araraquara. Hoje, a minha prioridade é dar conta dos desafios no ministério, mas prefiro falar de candidatura a prefeito no ano que vem.
Tribuna — Quais são os nomes do PT, se o senhor não vier?
Edinho — O PT tem vários nomes, mas eu prefiro apresentar o meu (risos). Espero que seja respeitado pelos meus companheiros e companheiras.
Tribuna — O prefeito Marcelo Barbieri [PMDB] afirmou que o único nome forte para derrotar o Governo é o seu, pela sua história. O senhor se sente lisonjeado pelo reconhecimento vindo de seu adversário histórico na política? Concorda com ele?
Edinho — Agradeço o reconhecimento do prefeito Marcelo Barbieri, com quem tenho procurado manter um bom diálogo, mas vou tomar essa decisão no começo do ano. Vindo dele, para mim é um reconhecimento pelo trabalho que fiz na Prefeitura, o quanto lutei pela cidade como deputado e também como ministro, dentro das minhas limitações institucionais.